ciumes musicais.

Ai esses dias alguém me pediu alguma indicação musical e eu recusei educadamente, claro.

E isso me fez lembrar dos motivos pelos quais eu não costumo compartilhar mais as minhas musicas favoritas.

Claro que o titulo do post contém spoilers, eu realmente tenho ciumes de ver as pessoas curtindo com as musicas que costumam dizer muito sobre mim #aquelas #ego.

Mas tem algo mais escondido no meio disso.

Basicamente, lá pelos anos de 2010, eu tinha um crush – um casinho, um affair desses que você só vê umas dez vezes pessoalmente, mas dura seis meses na internet – com quem eu costumava sempre dividir indicações musicais.

Eis que um dia eu fui toda feliz mostrar pra ele a musica que eu não conseguia deixar de ouvir e que havia se tornado minha favorita. Ele fez um pouco caso, comentou algo como ‘o vocalista parece meio gay’ e assunto encerrado.

Até que depois quando o nosso ”relacionamento” acabou (sem nem ter começado, verdade seja dita) eu fui dar aquela stalkeada básica e descobri que ele estava de conversinhas com a ex – ex essa que eu sempre desconfiei que ainda havia algo, mas ele negava – mas o pior é que ele havia mandado a música, a música que era minha na época, para ela. E ela se tornou uma espécie de música dedicada ao casal.

Óbvio que o golpe foi muito maior para mim, eu gostava mais da música do que dele. E até hoje quando eu ouço lembro do ocorrido.

No fim das contas, eles nunca voltaram oficialmente, eu desencanei total dele – e dei vários foras depois, risos – mas mesmo depois de tempos eu via a guria dedicando a música ao relacionamento deles (até uns dois anos atrás ela ainda continuava na dele).

E agora eu só não quero correr mais esses riscos.

Mas sabe que a música combinava mesmo com os dois. Ou melhor, com ela, porque ele… pfffs.

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pelos grupos.

Em um grupo que participo alguém postou ”o que você diria a seu ex se tivesse uma última oportunidade de falar com ele”.

Bom, dentre os meus exs, vou ressaltar três.

  1. Ah não, teria acabado de qualquer jeito depois do carnaval, mas que bom que você facilitou tudo. Ah, o nome dele era Fábio.
  2. Foi tudo uma perda de tempo. Nada eu faria de novo, morro de vergonha, alias.
  3. Aquela notificação minha que você recebeu no facebook foi porque eu fui fechar a sua caixa nas solicitações de amizade e acabei clicando em adicionar sem querer.

plantão de noticias.

Gente do céu!

O Brasil tá acabando. O Cunha aceitou um dos pedidos de impeachment e agora a cobra vai fumar.

O Cunha, hahahaha, que irônico. Justo ele se tornando o herói da nação.

Sem entrar nos méritos de como isso é golpismo e revanchismo puro… como fica a nossa vida agora? O desenrolar disso vai desestabilizar o já estabilizado país.

OMG! OMG! Sim, eu tô gritando loucamente e fazendo minhas malas para a montanha mais alta que eu puder encontrar.

E o dólar, ai, quero nem pensar.

 

aleatoriedades.

Essas coisas de hoje tem um prazo de vida útil muito curto, sei lá, eu tenho a impressão de que tudo é feito para durar apenas três dias.

Noticias, novidades, moda, filmes, musicas… é tanta coisa lançada e comentada por dia que fica quase impossível acompanhar todos os últimos lançamentos – seja lá do que for.

Isso pode ser bom, o fluxo de coisas rolando é muito grande, mas o problema é que talvez a gente acabe perdendo muitas coisas boas que passam despercebidas no meio de tanta coisa enquanto coisas não tão boas – do meu ponto de vista – se tornam virais e populares.

Mas enfim…

 

amores gatos.

Tem pessoas que você nunca viu, apenas acompanha em suas redes sociais e tem a imensa impressão de que os conhece e de que são pessoas realmente boas. Assim é a família do Floquis.

Bem, o Floquis é um gato e eu sigo a pagina dele e todo dia viajo pelas fotos, sentindo todo o amor daquela família.

Pouco tempo atrás eles aumentaram a gataria com uma nova gatinha, Pavulina.

A encontraram na rua, fuçando o lixo e não puderam evitar se encantar, a levaram pra casa.

Pois bem, a gatinha ficou doente e acabou falecendo hoje.

Fiquei genuinamente triste, sei lá, tenho meus bichanos e morro de medo de algo acontecer com eles.

E ainda me identifico com eles, por isso é como se sentisse também a tristeza, não na mesma proporção, claro.

Nesse momento aperto meu gato com uma tristeza no coração pensando na gatinha que não vai mais ser apertada e não conseguindo evitar pensar naqueles que a abandonaram e naqueles que a resgataram, amaram e cuidaram dela para que no final ela pudesse se sentir amada e querida.

ismos.

Sabe aquelas sensações que vão aparecendo do nada e mexendo com nossos sentimentos? Então!

Essa semana tem sido um turbilhão de sentidos, já passei pela nostalgia, pelo saudosismo e agora estou contemplando o dózismo – ato ou efeito de sentir dó – palavra que inventei agora.

Não, não é sentir dó pura e simplesmente, é se mortificar pela situação de alguém e sentir por ela, ter empatia.

Tudo bem que na situação apresentada, a pessoa é de certa forma responsável pela sua própria situação, mas eu realmente não consigo deixar de lamentar pela pessoa. Eu já passei por situações de desespero e desesperança, então eu sei como é ruím, não gostaria de ver ninguém assim, tentar ajudar, sei lá.

Mas a verdade é que eu não posso, não sei o que fazer e nem se tem algo que eu poderia fazer, tô tentando pensar em algo, mas pensar não é o meu forte. Infelizmente!

Em relação aos outros sentimentos do turbilhão da semana, deixa pra lá.